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quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Maracanã IV - rua Campos Sales
Este talvez seja o conjunto de azulejos 2x2 mais recente já postado neste blog. Acredito até que seja da segunda metade do século XX, mas vale como parte do mapeamento da região.
Segundo o catálogo de uma loja de azulejos fora de linha, o nome deste padrão seria "Espanha".
Centro X - Sítio Arqueológico no Castelo
Neste post apresente uma parte ínfima dos azulejos encontrados durante as escavações arqueológicas do sítio Santa Luzia, que antecederam a construção da garagem subterrânea do prédio do Ministério Público Estadual, na região do Castelo, Centro. Foram literalmente milhares de pedaços de azulejos, principalmente holandeses, mas também alguma coisa portuguesa, francesa e inglesa, datados como sendo do século 19 pela profa. Dora Monteiro Alcântara.
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| modelo "Fita e Tulipa" |
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Teresópolis I - Mirante da Granja Guarani
Construído em 1929 por Arnaldo Guinle, da família Guinle, o belo monumento tem arquitetura neocolonial e é todo revestido com azulejos pintados em Lisboa pelo famoso pintor português Jorge Colaço.
Jorge Colaço (1868-1942) nasceu no Consulado de Portugal em Tânger, Marrocos, filho de um diplomata. Estudou arte em Lisboa, Madrid e Paris. Exímio desenhador destacou-se na caricatura, na pintura e no azulejo, aqui com capacidades inovadoras de processos e de técnicas. Em Portugal está representado com grandes painéis de azulejo em muitos edifícios públicos nacionais. Sua obra mais conhecida talvez seja a que se encontra na Estação de São Bento, no Porto (1903).
Conheça um pouco mais a biografia de Jorge Colaço, e conheça uma outra obra sua em Lisboa acessando este link.
As peças têm fortes traços de azul sobre branco, com imagens que traduzem quatro lendas indígenas: “O dilúvio”; “O anhangá e o caçador”; “A moça que saiu para procurar marido”; e “Como apareceu a noite”. Infelizmente, a construção hoje está abandonada (fotos: internet).
Jorge Colaço (1868-1942) nasceu no Consulado de Portugal em Tânger, Marrocos, filho de um diplomata. Estudou arte em Lisboa, Madrid e Paris. Exímio desenhador destacou-se na caricatura, na pintura e no azulejo, aqui com capacidades inovadoras de processos e de técnicas. Em Portugal está representado com grandes painéis de azulejo em muitos edifícios públicos nacionais. Sua obra mais conhecida talvez seja a que se encontra na Estação de São Bento, no Porto (1903).
Conheça um pouco mais a biografia de Jorge Colaço, e conheça uma outra obra sua em Lisboa acessando este link.
As peças têm fortes traços de azul sobre branco, com imagens que traduzem quatro lendas indígenas: “O dilúvio”; “O anhangá e o caçador”; “A moça que saiu para procurar marido”; e “Como apareceu a noite”. Infelizmente, a construção hoje está abandonada (fotos: internet).
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| foto do mirante nos anos 1970 |
segunda-feira, 30 de julho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Alto da Boa Vista II - Museu do Açude - Azulejos e Telhões
Encravada na Floresta da Tijuca, próximo ao Alto da Boa Vista, encontra-se uma jóia para quem admira cultura e natureza, e especialmente a arte da azulejaria.
Localizado numa área de 151.132m² na Floresta da Tijuca, o Museu do Açude tem como proposta relacionar o patrimônio cultural ao natural. A propriedade se destaca por suas formas e pelos vastos jardins, de inspiração portuguesa, em forma de diversos terraços ligados por escadarias. O acervo reúne uma das mais importantes coleções de mobiliário brasileiro dos séculos XVIII e XIX, assim como azulejaria e cerâmicas do Porto.
Alto da Boa Vista I - Painel de Azulejos com mapa da Floresta da Tijuca
Este paínel de azulejos, em estilo de azulejaria portuguesa, que se encontra na Floresta da Tijuca (Rio deJaneiro, RJ), orientando os visitantes desde os idos de 1946, foi confeccionado por uma empresa especializada em cerâmica artística (Cerâmica Brasileira Pró-Artística Bordalo Pinheiro), sob encomenda de Raymundo Ottoni de Castro Maya quando este foi administrador do parque entre os anos de 1943 e 1946.
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