terça-feira, 28 de outubro de 2014

Santa Teresa X - Solar Real


A história do Solar Real começa no século XVIII. Sua área construída é de 1400 m², contando ainda com com 25.000 m² de jardins e floresta, tudo com ampla vista da Baía de Guanabara. Justamente por causa de sua vista, a mansão foi inicialmente um hospital da marinha, e de onde os almirantes podiam controlar as diversas batalhas pela defesa da cidade.

Santa Teresa IX




fotos: Leonardo Martins

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Centro LI - Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens

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A invocação a Maria, mãe de Cristo, surgiu no convento de São Francisco das Chagas, no bairro de Xabregas, em Lisboa. A devoção a Nossa Senhora Mãe dos Homens chegou ao Brasil depois do século XVIII, trazida por um personagem envolto em mistério, o Irmão Lourenço, um membro fugitivo da família Távora, perseguida pelo Marquês de Pombal por razões políticas.

domingo, 19 de outubro de 2014

São Cristóvão V - Hospital dos Lázaros (Hospital Frei Antônio)

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A origem do Hospital dos Lázaros deve ser atribuída ao governador-geral do Rio de Janeiro, Gomes Freire de Andrade, conde de Bobadella. Em 1741, ele manda recolher 52 leprosos em pequenas casas simadas em São Cristóvão, sustentando-os com suas esmolas. Esses doentes estavam entregues aos cuidados de enfermeiros donatos, frades franciscanos de Santo Antônio, auxiliados por negras detentas de crimes graves.

sábado, 11 de outubro de 2014

Glória II


Acabo de descobrir no Google Street View este portão de 1890, com 2 padrões de azulejos e telhões pintados, após uma dica de um participante do grupo "Rio Antigo" no facebook. Agora preciso ir até lá para fazer boas fotos, que me permitam estudar melhor os azulejos. Abaixo alguns detalhes.

domingo, 28 de setembro de 2014

Azulejos: peças que se encaixam para contar a história do Rio

A arquiteta Dora Alcântara, de 83 anos, fala da importância dos azulejos, do período colonial ao modernismo

POR LUDMILLA DE LIMA / PAULA AUTRAN / SIMONE CANDIDA / RODRIGO BERTOLUCCI | 28/09/2014 6:00 / ATUALIZADO 28/09/2014 8:34
fonte: O Globo 

Dora Alcântara, 83 anos, com um painel em sua varanda
Gustavo Miranda / Agência O Globo
RIO - Para contar a história da azulejaria no Rio, é preciso montar um verdadeiro quebra-cabeça. Embora diferente de outras capitais, como São Luís e Recife, que dispõem de um conjunto uniforme de edifícios e igrejas azulejados, a cidade ainda guarda um rico patrimônio em azulejos que perpassa variadas épocas, desde o início da colonização. Há mais de 50 anos, a maior responsável por seguir essas pistas em todo o país é a arquiteta Dora Alcântara, de 83 anos, professora aposentada da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ e conselheira do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac).

São Cristóvão IV - Igreja de Nosso Senhor do Bonfim e de Nossa Senhora do Paraíso

Google Street View

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Niterói Ib - Solar do Jambeiro

autor: Fábio Carvalho


Eu já havia feito uma postagem sobre o Solar do Jambeiro, mas hoje passei pelo blog Testahy, de José Eduardo Testahy dos Santos Júnior, onde vi várias fotos interessantes, mostrando algumas áreas que a postagem anterior não mostra, e achei que seria bacana trazer aqui para vocês.

sábado, 16 de agosto de 2014

Botafogo IIb - rua Bambina x rua Marechal Niemeyer

imagem: Google Street View
Hoje encontrei um nome para este padrão usado no imóvel acima em Botafogo, que se chamaria "Lagarto", segundo a tese de mestrado "Fachadas azulejadas na margem do Sul do Tejo - Barreiro: 1850-1925", de Isabel Augusta dos Pires, defendida em 2013 na Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras.