Procurando um pouco mais por fotos do acervo da Casa Museo Stanze al Genio (Palermo, Itália), finalmente fui capaz de encontrar uma variação cromática dos "azulejos" de padrão abaixo, que estão no vestíbulo da Igreja de Nossa Senhora de Montserrat (Mosteiro de São Bento):
terça-feira, 17 de maio de 2016
domingo, 15 de maio de 2016
Circuito "Azulejos Antigos, Centro RJ" | Parte I
Fui convidado pelo site ArtRio a criar um circuito de azulejaria antiga no centro do Rio de Janeiro. O limite para estes circuitos é um máximo de 7 pontos de visita por roteiro, e mesmo me segurando muito, e editando ao máximo, acabei com 12 pontos, de forma que o circuito foi dividido em Parte I e Parte II. Aqui deixo com vocês a Parte I. Aviso desde já que este post será MUITO longo!
Em 2011 fui convidado a participar do projeto "Bordallianos do Brasil", o que me levou até Caldas da Rainha, em Portugal, para conhecer e reinterpretar a obra do grande e multifacetado artista português Bordallo Pinheiro. Depois de um mês no país, me tornei um apaixonado por tudo o que diz respeito à gente e às terras lusas. E se já era um interessado pela azulejaria, desde as aulas que tive em 2009 no Mestrado de Arqueologia do Museu Nacional (UFRJ), com a professora Dora Monteiro de Alcântara, autoridade máxima sobre azulejos antigos, a partir de então tornei-me um verdadeiro viciado nas plaquinhas coloridas e brilhantes. De volta ao Brasil, uma saudade sem limites me apertava o peito, e eu precisava achar um meio de, mesmo que apenas afetivamente, me manter em conexão com Portugal. E assim comecei a "caçar" os azulejos antigos no Rio de Janeiro.
Este roteiro apresente uma fração ínfima do que se pode encontrar em termos de azulejaria antiga no Centro do Rio de Janeiro. Até mesmo ao longo do caminho indicado neste roteiro, se você for atento, encontrará outras fachadas que não estão na lista.
PARTE I
1 - rua Visconde do Rio Branco 29/31
street view >> mapa >>
Em 2011 fui convidado a participar do projeto "Bordallianos do Brasil", o que me levou até Caldas da Rainha, em Portugal, para conhecer e reinterpretar a obra do grande e multifacetado artista português Bordallo Pinheiro. Depois de um mês no país, me tornei um apaixonado por tudo o que diz respeito à gente e às terras lusas. E se já era um interessado pela azulejaria, desde as aulas que tive em 2009 no Mestrado de Arqueologia do Museu Nacional (UFRJ), com a professora Dora Monteiro de Alcântara, autoridade máxima sobre azulejos antigos, a partir de então tornei-me um verdadeiro viciado nas plaquinhas coloridas e brilhantes. De volta ao Brasil, uma saudade sem limites me apertava o peito, e eu precisava achar um meio de, mesmo que apenas afetivamente, me manter em conexão com Portugal. E assim comecei a "caçar" os azulejos antigos no Rio de Janeiro.
Este roteiro apresente uma fração ínfima do que se pode encontrar em termos de azulejaria antiga no Centro do Rio de Janeiro. Até mesmo ao longo do caminho indicado neste roteiro, se você for atento, encontrará outras fachadas que não estão na lista.
PARTE I
1 - rua Visconde do Rio Branco 29/31
street view >> mapa >>
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Beco da Música
Graças a uma publicação de Augusto Caiado Pinto no grupo "Rio Antigo" do facebook, cheguei a esta foto atribuída a Augusto Malta, mas que o Augusto Pinto julga, pelo tipo de letra manuscrita no canto inferior esquerdo da mesma, ser de Uriel Malta, filho de Augusto Malta.
A foto, que pertence ao acervo "Brasiliana Fotográfica", registrada em 18/09/1941 na esquina do (antigo) beco da Música e rua Dom Manuel, de imediato nos permite reconhecer o revestimento com azulejos em relevo bisotado "de metrô", em duas ou até três cores contrastantes, formando diagonais.
domingo, 10 de abril de 2016
Teresópolis II - Pousada Terê Parque
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| fonte >> |
sábado, 2 de abril de 2016
Centro XXXIIb - Praça Tiradentes
Em 18 de dezembro de 2012 eu fiz uma postagem dos azulejos de um sobrado da praça Tiradentes [>>] que é praticamente um catálogo de azulejaria holandesa do século XIX. Hoje volto a este imóvel para mostrar algumas imagens do mesmo, que refotografei na exposição permanente de azulejaria do Rio Scenarium [>>].
sexta-feira, 25 de março de 2016
O ministro que virou peixe (Revista Época)
fonte: http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2016/03/o-ministro-que-virou-peixe.html
O Iphan discute o que fazer com azulejos de Portinari, encaixotados desde 1942 porque Gustavo Capanema, prócer do Estado Novo, achou que eram sua caricatura.
Ícone da arquitetura modernista, o Palácio Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro, passou décadas abandonado. O descaso com o patrimônio público chegou a tal nível que a vida dos funcionários públicos que ali trabalham e da população que caminha por suas calçadas começou a correr risco. Elevadores estavam, literalmente, caindo aos pedaços – houve casos em que despencaram com passageiros e por pura sorte não houve um acidente mais sério, com vítimas. Azulejos da fachada despencavam na cabeça de quem passava pela calçada. Pinturas e murais em seu interior estavam descascando.
O Iphan discute o que fazer com azulejos de Portinari, encaixotados desde 1942 porque Gustavo Capanema, prócer do Estado Novo, achou que eram sua caricatura.
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| Azulejos pintados por Portinari com peixes com a mesma fisionomia do então ministro da Educação, Gustavo Capanema. (Foto: Divulgação) |
Ícone da arquitetura modernista, o Palácio Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro, passou décadas abandonado. O descaso com o patrimônio público chegou a tal nível que a vida dos funcionários públicos que ali trabalham e da população que caminha por suas calçadas começou a correr risco. Elevadores estavam, literalmente, caindo aos pedaços – houve casos em que despencaram com passageiros e por pura sorte não houve um acidente mais sério, com vítimas. Azulejos da fachada despencavam na cabeça de quem passava pela calçada. Pinturas e murais em seu interior estavam descascando.
sábado, 19 de março de 2016
Gamboa XIII
Ontem quando usava o Google Street View para me preparar para ir a uma reunião na Gamboa, acabei "tropeçando" nestes 2 sobrados geminados do séc. XX (apesar de não haver data na fachada, acredito que sejam imóveis do século passado, comparando-se estes com todos os demais datados como século XX na região), com um revestimento azulejar muito original, e completamente inédito (para mim) aqui no Rio de Janeiro.
sábado, 5 de março de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
Centro XXVIIIb - rua Gonçalves Leo
Voltamos a este singelo imóvel que vimos nesta antiga publicação [>>], quando ainda não havia muitas pistas para a origem de seus azueljos.
Morro do Castelo
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| fotografia de Augusto Malta (1921) fonte: Biblioteca Nacional Digital [>>] |
Escola Carlos Chagas, no Morro do Castelo. Detalhe de fotografia de Augusto Malta (28-12-1921)
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