quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

HISTÓRIA | Convento dos Jesuítas | Morro do Castelo

Imagem do livro: "Tão importante, tão esquecido o bairro da Misericórdia" | catálogo da exposição homônima do Museu Histórico Nacional (2015/2016).

Azulejo holandês, modelo "Paneelveren" (painel de plumas), datado como 1750 n - c.1790, segundo o livro "De nederlandse tegel: decors en benamingen, 1570-1930" (2013), de Jan Pluis.


quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Lapa II - Casa Histórica do Marechal Manoel Luís Osório

postagem original: 21/09/2012
última alteração: 25/12/2019


A partir do século XIX os azulejos passam a ser usados no Brasil na cobertura de fachadas das residências mais nobres. Estes se tornaram um sinal de status e prosperidade. Os azulejos asseguravam também uma proteção extra contra a umidade e o calor excessivos dos trópicos.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

São Pedro da Aldeia I - Casa dos Azulejos

postagem original: 08/09/2012
última atualização: 23/12/2019


Casa construída em 1847 pelo português Feliciano Gonçalves de Negreiros para residência da família. É uma construção em estilo colonial, muito parecida com as casas de fazendas e quintas de Portugal. Foi feita em argamassa de argila, conchas, óleo de baleia e revestida com azulejos (padrão principal) fabricados em Portugal, talvez na Fábrica das Devesas (de A. A. Costa), em Vila Nova de Gaia. Seu telhado em madeira rústica é coberto por telhas de barro, tipo canal que eram fabricadas de maneira artesanal pelos escravos.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Azulejos na exposição "Rio dos Navegantes"| MAR

Azulejos na exposição "Rio dos Navegantes"
Museu de Arte do Rio - MAR - Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Produção provavelmente holandesa.



terça-feira, 30 de abril de 2019

Gamboa XVI


padrões (de cima para baixo): Fijne Dubbele Blokrand, Croix de Espagne, Kolomhalfje, Haarlemmer Boeket.

padrões (de cima para baixo, esq. para dir.): desconhecido, Fijne Dubbele Blokrand, Croix de Espagne, Kolomhalfje, Haarlemmer Boeket.

padrões (da esq. para a dir.): desconhecido, Fijne Dubbele Blokrand.

padrão: Haarlemmer Boeket.

padrões (de cima para baixo): Haarlemmer Boeket, Reklijst, Vleugelblad.

Telhões portugueses, do norte do país.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Alto da Boa Vista X - Parque Nacional da Tijuca

postagem original: 17/12/2018
última atualização: 20/12/2018


Este final de semana estive no Parque Nacional da Tijuca, e pude fotografar mais alguns azulejos e telhões reaproveitados de demolições que foram usados para ornamentar pontualmente o caminho pela floresta. Como já sabemos, esta ornamentação, muitas vezes es estruturas neocoloniais, foi promovida por Raymundo Ottoni de Castro Maya, no período quem que ele foi administrador do parque, entre os anos de 1943 e 1946.



Estes azulejos me parecem certamente um revivalismo, possivelmente de origem portuguesa, mas não descarto a possibilidade de serem talvez espanhóis.

ilustração de azulejo espanhol do final séc. XVI / início XVII
fonte: livro "La rajola catalana de mostra dibuixada per Salvador Miquel",
editado pela Associació Catalana de Ceràmica (1989, 2a edição de 2000)


Este pequeno telheiro me interessou fotografar pois apresentam um padrão menos comum aqui no Rio de Janeiro (veja o detalhe).


Supõem-se que as banheiras de mármore carrara, azulejos, telhões, bicas de ferro fundido, bem como algumas outras peças do gênero que se encontram no parque, possam ser provenientes de antigas construções demolidas para abrir passagem para a abertura da Av. Presidente Vargas, no centro do Rio de Janeiro (década de 1940). Em suas memórias sobre sua administração do parque da Floresta da Tijuca, Castro Maya cita que adquiriu material de valor artístico proveniente de edificações demolidas para a construção daquela avenida, e utilizou algumas peças inclusive na reconstrução da antiga residência do Barão de Escragnolle, atual restaurante "Os Esquilos" (também na Floresta da Tijuca).