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quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

HISTÓRIA | Convento dos Jesuítas | Morro do Castelo

Imagem do livro: "Tão importante, tão esquecido o bairro da Misericórdia" | catálogo da exposição homônima do Museu Histórico Nacional (2015/2016).

Azulejo holandês, modelo "Paneelveren" (painel de plumas), datado como 1750 n - c.1790, segundo o livro "De nederlandse tegel: decors en benamingen, 1570-1930" (2013), de Jan Pluis.

Portanto, jamais poderiam ser do século XVII, apenas da segunda metade do século XVIII.


quinta-feira, 13 de abril de 2017

Petrópolis | Casa Cláudio de Souza

data original de postagem: 05/05/2015
última atualização: 13/04/2017

Hoje recebi uma excelente dica de Peter Sprangers, especialista em azulejos antigos da Holanda, que já inúmeras vezes colaborou tão generosamente com este blog. A dica foi de um álbum no site Flickr, com um conjunto de fotografias de azulejos portugueses no Brasil, de propriedade da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian [>>] (Lisboa), com antigas fotos de João Miguel dos Santos Simões (1907-1972), feitas entre 1960-1968. Santos Simões foi um historiador da arte português, especialista em azulejos, que organizou no Museu Nacional de Arte Antiga (Lisboa) um setor que depois deu origem ao atual Museu Nacional do Azulejo (Lisboa), museu este que dirigiu até 1972.

Vamos às fotos que selecionei:

Fonte com azulejo de padrão.
Azulejos dos séculos XVIII-XIX.
foto: https://www.flickr.com/photos/biblarte/9415489508/in/set-72157620632205823

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Museu Histórico Nacional | Fragmentos de painéis de azulejos (séc. XVIII)


Fragmentos de painéis de azulejos (séc. XVIII) oriundos do Solar Monjope, RJ. Pertenceram originalmente à Igreja de São Domingos, Salvador, Bahia.

Acervo do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, RJ.

domingo, 30 de agosto de 2015

Glória Ib - Azulejos do segundo quarto do século XVIII - Igreja da Glória

OURO AZUL

No século XVIII, existia a expressão portuguesa "é como ouro para o azul". Sua origem vem da combinação de talhas de madeira dourada com painéis de azulejos azuis nas igrejas joaninas. Sinônimo de algo realmente muito bom, a expressão define bem a qualidade do conjunto de azulejos da Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro, no município do Rio


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

São Gonçalo I - capela de Sant'Anna - Fazenda do Colubandê


A Fazenda do Colubandê é um dos monumentos históricos mais bem preservados de São Gonçalo. Parte da sesmaria doada ao colonizador Gonçalo Gonçalves, teve seu engenho vendido ao cristão novo Ramirez Duarte de Oliveira, que mudou de nome a fim de fugir da Inquisição. Em 1713, a fazenda foi confiscada pela igreja e entregue aos jesuítas. A casa grande foi construída em torno de um poço do século 17, de acordo com a tradição judaica, e não segue um estilo padrão, pois foi sendo reformada ao gosto de cada dono. O teto tem estilo oriental, as janelas mostram influência da época de Luís XV e o entorno do varanda possui 16 colunas em estilo grego-romano, com conversadeiras entre cada coluna.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Centro XXIV - Mosteiro de São Bento


Quando em 2008 fiz o curso compacto sobre azulejaria antiga no Rio de Janeiro, com a profa. Dora Monteiro Alcântara, vistamos algumas igrejas selecionadas pelo importante acervo de azulejaria. Uma destas foi o fabuloso Mosteiro de São Bento. Durante a visita acabamos conseguindo visitar bem mais do que a Igreja, e tivemos acesso a várias áreas normalmente fechadas ao público. Infelizmente eu não havia levado máquina fotográfica, pois jamais pensei que permitiriam fazer fotos. Pensei errado, e agora só conto com algumas poucas fotos de colegas do curso.

domingo, 2 de setembro de 2012

Glória I - Azulejos do segundo quarto do século XVIII - Igreja da Glória

A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, ou Imperial Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, mais conhecida simplesmente como Igreja da Glória, ergue-se no alto do outeiro da Glória, no bairro de mesmo nome, na cidade do Rio de Janeiro. É considerada uma das jóias da arquitetura colonial brasileira, e um dos mais característicos monumentos da cidade. Dada a sua localização elevada é facilmente visível nos arredores.