data original de postagem: 24/07/2018
autor: Fábio Carvalho
Detalhe de uma foto de 1911 de Augusto Malta. [fonte >>]
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terça-feira, 24 de julho de 2018
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Alto da Boa Vista XIII - casa de E. G. Fontes
data original de postagem: 18/05/2018
autor: Fábio Carvalho
A foto acima (autor: Erich Eichner, 1948 – Acervo Livraria Kosmos) mostra a sede da Chácara da Tijuca, antiga propriedade do médico homeopata Thomas Cochrane. Mais tarde ela foi adquirida por Ernesto Garside Fontes, presidente do Banco Português do Brasil S.A., em 1932.
autor: Fábio Carvalho
A foto acima (autor: Erich Eichner, 1948 – Acervo Livraria Kosmos) mostra a sede da Chácara da Tijuca, antiga propriedade do médico homeopata Thomas Cochrane. Mais tarde ela foi adquirida por Ernesto Garside Fontes, presidente do Banco Português do Brasil S.A., em 1932.
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Petrópolis | Casa Cláudio de Souza
data original de postagem: 05/05/2015
última atualização: 13/04/2017
Hoje recebi uma excelente dica de Peter Sprangers, especialista em azulejos antigos da Holanda, que já inúmeras vezes colaborou tão generosamente com este blog. A dica foi de um álbum no site Flickr, com um conjunto de fotografias de azulejos portugueses no Brasil, de propriedade da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian [>>] (Lisboa), com antigas fotos de João Miguel dos Santos Simões (1907-1972), feitas entre 1960-1968. Santos Simões foi um historiador da arte português, especialista em azulejos, que organizou no Museu Nacional de Arte Antiga (Lisboa) um setor que depois deu origem ao atual Museu Nacional do Azulejo (Lisboa), museu este que dirigiu até 1972.
Vamos às fotos que selecionei:
última atualização: 13/04/2017
Hoje recebi uma excelente dica de Peter Sprangers, especialista em azulejos antigos da Holanda, que já inúmeras vezes colaborou tão generosamente com este blog. A dica foi de um álbum no site Flickr, com um conjunto de fotografias de azulejos portugueses no Brasil, de propriedade da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian [>>] (Lisboa), com antigas fotos de João Miguel dos Santos Simões (1907-1972), feitas entre 1960-1968. Santos Simões foi um historiador da arte português, especialista em azulejos, que organizou no Museu Nacional de Arte Antiga (Lisboa) um setor que depois deu origem ao atual Museu Nacional do Azulejo (Lisboa), museu este que dirigiu até 1972.
Vamos às fotos que selecionei:
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| Fonte com azulejo de padrão. Azulejos dos séculos XVIII-XIX. foto: https://www.flickr.com/photos/biblarte/9415489508/in/set-72157620632205823 |
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Beco da Música
Graças a uma publicação de Augusto Caiado Pinto no grupo "Rio Antigo" do facebook, cheguei a esta foto atribuída a Augusto Malta, mas que o Augusto Pinto julga, pelo tipo de letra manuscrita no canto inferior esquerdo da mesma, ser de Uriel Malta, filho de Augusto Malta.
A foto, que pertence ao acervo "Brasiliana Fotográfica", registrada em 18/09/1941 na esquina do (antigo) beco da Música e rua Dom Manuel, de imediato nos permite reconhecer o revestimento com azulejos em relevo bisotado "de metrô", em duas ou até três cores contrastantes, formando diagonais.
sexta-feira, 25 de março de 2016
O ministro que virou peixe (Revista Época)
fonte: http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2016/03/o-ministro-que-virou-peixe.html
O Iphan discute o que fazer com azulejos de Portinari, encaixotados desde 1942 porque Gustavo Capanema, prócer do Estado Novo, achou que eram sua caricatura.
Ícone da arquitetura modernista, o Palácio Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro, passou décadas abandonado. O descaso com o patrimônio público chegou a tal nível que a vida dos funcionários públicos que ali trabalham e da população que caminha por suas calçadas começou a correr risco. Elevadores estavam, literalmente, caindo aos pedaços – houve casos em que despencaram com passageiros e por pura sorte não houve um acidente mais sério, com vítimas. Azulejos da fachada despencavam na cabeça de quem passava pela calçada. Pinturas e murais em seu interior estavam descascando.
O Iphan discute o que fazer com azulejos de Portinari, encaixotados desde 1942 porque Gustavo Capanema, prócer do Estado Novo, achou que eram sua caricatura.
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| Azulejos pintados por Portinari com peixes com a mesma fisionomia do então ministro da Educação, Gustavo Capanema. (Foto: Divulgação) |
Ícone da arquitetura modernista, o Palácio Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro, passou décadas abandonado. O descaso com o patrimônio público chegou a tal nível que a vida dos funcionários públicos que ali trabalham e da população que caminha por suas calçadas começou a correr risco. Elevadores estavam, literalmente, caindo aos pedaços – houve casos em que despencaram com passageiros e por pura sorte não houve um acidente mais sério, com vítimas. Azulejos da fachada despencavam na cabeça de quem passava pela calçada. Pinturas e murais em seu interior estavam descascando.
terça-feira, 1 de março de 2016
Morro do Castelo
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| fotografia de Augusto Malta (1921) fonte: Biblioteca Nacional Digital [>>] |
Escola Carlos Chagas, no Morro do Castelo. Detalhe de fotografia de Augusto Malta (28-12-1921)
sexta-feira, 26 de junho de 2015
rua do Hospício x beco do Fisco
atuais rua Buenos Aires x praça Olavo Bilac (Mercado das Flores)
fonte: livro "O Rio de Janeiro de Lima Barreto", a partir do grupo RIO ANTIGO (facebook), digitalizada por Luiz Anciães
domingo, 28 de setembro de 2014
Azulejos: peças que se encaixam para contar a história do Rio
A arquiteta Dora Alcântara, de 83 anos, fala da importância dos azulejos, do período colonial ao modernismo
POR LUDMILLA DE LIMA / PAULA AUTRAN / SIMONE CANDIDA / RODRIGO BERTOLUCCI | 28/09/2014 6:00 / ATUALIZADO 28/09/2014 8:34
fonte: O Globo
RIO - Para contar a história da azulejaria no Rio, é preciso montar um verdadeiro quebra-cabeça. Embora diferente de outras capitais, como São Luís e Recife, que dispõem de um conjunto uniforme de edifícios e igrejas azulejados, a cidade ainda guarda um rico patrimônio em azulejos que perpassa variadas épocas, desde o início da colonização. Há mais de 50 anos, a maior responsável por seguir essas pistas em todo o país é a arquiteta Dora Alcântara, de 83 anos, professora aposentada da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ e conselheira do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac).
POR LUDMILLA DE LIMA / PAULA AUTRAN / SIMONE CANDIDA / RODRIGO BERTOLUCCI | 28/09/2014 6:00 / ATUALIZADO 28/09/2014 8:34
fonte: O Globo
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| Dora Alcântara, 83 anos, com um painel em sua varanda Gustavo Miranda / Agência O Globo |
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Introdução do Neoclassicismo e Modernismo versus Tradições Culturais no Brasil
fonte: site JRRIO, 11/2013
Comentários de Lúcio Costa sobre a “brutal” introdução do Neoclassicismo no Brasil por Grandjean de Montigny, na época da criação da Academia Real de Belas Artes no tempo de D. João VI e também sobre a “repentina” introdução do modernismo purista e racionalista de Le Corbusier.
Estes dois arquitetos eram franceses, ambos com um estilo predominantemente Cartesiano e racionalista. Lúcio Costa menciona a ruptura com a liberdade encontrada na arquitetura colonial (referindo-se ao barroco e rococó), e assimilação de antigas tradições culturais como uso de azulejos, assim como a utilização de novos materiais, como granitos que anteriormente não eram utilizados. Abaixo a continuação que vem de uma entrevista do arquiteto.
LC — Os azulejos eram uma tradição. Aqueles silhares enormes nas igrejas nos séculos XVII e XVIII, em toda parte, salvo em Minas. No Norte, muito, principalmente no Maranhão, mas aí já é no século XIX. E Porto Alegre? Eu me surpeendi quando fui às Missões para restaurar e instalar aquele museu. Eu não conhecia Porto Alegre e lá havia muitas casas forrradas de azulejos, e até com muito cuidado porque encomendavam azulejos especiais, para guarnecer as pilastras, plintos e platibandas.
AR — Imitando a feição neoclássica.
LC — E, adoçando o neoclássico, porque a introdução do neoclássico no Brasil foi uma certa violência. A nossa tradição era o barroco, o rococó que estava já se esgotando. Mas a imposição do neoclássico pelo Montigny e pelos portugueses anteriores e ele, o Domingos e os outros cujos nomes eu não recordo, foi uma ruptura importada.

Comentários de Lúcio Costa sobre a “brutal” introdução do Neoclassicismo no Brasil por Grandjean de Montigny, na época da criação da Academia Real de Belas Artes no tempo de D. João VI e também sobre a “repentina” introdução do modernismo purista e racionalista de Le Corbusier.
Estes dois arquitetos eram franceses, ambos com um estilo predominantemente Cartesiano e racionalista. Lúcio Costa menciona a ruptura com a liberdade encontrada na arquitetura colonial (referindo-se ao barroco e rococó), e assimilação de antigas tradições culturais como uso de azulejos, assim como a utilização de novos materiais, como granitos que anteriormente não eram utilizados. Abaixo a continuação que vem de uma entrevista do arquiteto.
LC — Os azulejos eram uma tradição. Aqueles silhares enormes nas igrejas nos séculos XVII e XVIII, em toda parte, salvo em Minas. No Norte, muito, principalmente no Maranhão, mas aí já é no século XIX. E Porto Alegre? Eu me surpeendi quando fui às Missões para restaurar e instalar aquele museu. Eu não conhecia Porto Alegre e lá havia muitas casas forrradas de azulejos, e até com muito cuidado porque encomendavam azulejos especiais, para guarnecer as pilastras, plintos e platibandas.
AR — Imitando a feição neoclássica.
LC — E, adoçando o neoclássico, porque a introdução do neoclássico no Brasil foi uma certa violência. A nossa tradição era o barroco, o rococó que estava já se esgotando. Mas a imposição do neoclássico pelo Montigny e pelos portugueses anteriores e ele, o Domingos e os outros cujos nomes eu não recordo, foi uma ruptura importada.
domingo, 27 de abril de 2014
PATRIMÔNIO - Azulejos antigos no Rio de Janeiro
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Centro XXXVI - rua da Constituição
Colaboração de Raul Félix; foto do livro Rio Neoclássico, de Clarival do Prado Valladares, Bloch Editores, 1978.
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