terça-feira, 4 de agosto de 2020
quarta-feira, 25 de dezembro de 2019
Lapa II - Casa Histórica do Marechal Manoel Luís Osório
postagem original: 21/09/2012
última alteração: 25/12/2019
A partir do século XIX os azulejos passam a ser usados no Brasil na cobertura de fachadas das residências mais nobres. Estes se tornaram um sinal de status e prosperidade. Os azulejos asseguravam também uma proteção extra contra a umidade e o calor excessivos dos trópicos.
última alteração: 25/12/2019
A partir do século XIX os azulejos passam a ser usados no Brasil na cobertura de fachadas das residências mais nobres. Estes se tornaram um sinal de status e prosperidade. Os azulejos asseguravam também uma proteção extra contra a umidade e o calor excessivos dos trópicos.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
São Pedro da Aldeia I - Casa dos Azulejos
postagem original: 08/09/2012
última atualização: 23/12/2019
Casa construída em 1847 pelo português Feliciano Gonçalves de Negreiros para residência da família. É uma construção em estilo colonial, muito parecida com as casas de fazendas e quintas de Portugal. Foi feita em argamassa de argila, conchas, óleo de baleia e revestida com azulejos (padrão principal) fabricados em Portugal, talvez na Fábrica das Devesas (de A. A. Costa), em Vila Nova de Gaia. Seu telhado em madeira rústica é coberto por telhas de barro, tipo canal que eram fabricadas de maneira artesanal pelos escravos.
última atualização: 23/12/2019
Casa construída em 1847 pelo português Feliciano Gonçalves de Negreiros para residência da família. É uma construção em estilo colonial, muito parecida com as casas de fazendas e quintas de Portugal. Foi feita em argamassa de argila, conchas, óleo de baleia e revestida com azulejos (padrão principal) fabricados em Portugal, talvez na Fábrica das Devesas (de A. A. Costa), em Vila Nova de Gaia. Seu telhado em madeira rústica é coberto por telhas de barro, tipo canal que eram fabricadas de maneira artesanal pelos escravos.
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
quinta-feira, 18 de julho de 2019
Azulejos na exposição "Rio dos Navegantes"| MAR
Azulejos na exposição "Rio dos Navegantes"
Museu de Arte do Rio - MAR - Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Produção provavelmente holandesa.
Museu de Arte do Rio - MAR - Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Produção provavelmente holandesa.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
Alto da Boa Vista X - Parque Nacional da Tijuca
postagem original: 17/12/2018
última atualização: 20/12/2018
Este final de semana estive no Parque Nacional da Tijuca, e pude fotografar mais alguns azulejos e telhões reaproveitados de demolições que foram usados para ornamentar pontualmente o caminho pela floresta. Como já sabemos, esta ornamentação, muitas vezes es estruturas neocoloniais, foi promovida por Raymundo Ottoni de Castro Maya, no período quem que ele foi administrador do parque, entre os anos de 1943 e 1946.
Estes azulejos me parecem certamente um revivalismo, possivelmente de origem portuguesa, mas não descarto a possibilidade de serem talvez espanhóis.
Este pequeno telheiro me interessou fotografar pois apresentam um padrão menos comum aqui no Rio de Janeiro (veja o detalhe).
Supõem-se que as banheiras de mármore carrara, azulejos, telhões, bicas de ferro fundido, bem como algumas outras peças do gênero que se encontram no parque, possam ser provenientes de antigas construções demolidas para abrir passagem para a abertura da Av. Presidente Vargas, no centro do Rio de Janeiro (década de 1940). Em suas memórias sobre sua administração do parque da Floresta da Tijuca, Castro Maya cita que adquiriu material de valor artístico proveniente de edificações demolidas para a construção daquela avenida, e utilizou algumas peças inclusive na reconstrução da antiga residência do Barão de Escragnolle, atual restaurante "Os Esquilos" (também na Floresta da Tijuca).
última atualização: 20/12/2018
Este final de semana estive no Parque Nacional da Tijuca, e pude fotografar mais alguns azulejos e telhões reaproveitados de demolições que foram usados para ornamentar pontualmente o caminho pela floresta. Como já sabemos, esta ornamentação, muitas vezes es estruturas neocoloniais, foi promovida por Raymundo Ottoni de Castro Maya, no período quem que ele foi administrador do parque, entre os anos de 1943 e 1946.
Estes azulejos me parecem certamente um revivalismo, possivelmente de origem portuguesa, mas não descarto a possibilidade de serem talvez espanhóis.
Este pequeno telheiro me interessou fotografar pois apresentam um padrão menos comum aqui no Rio de Janeiro (veja o detalhe).
Supõem-se que as banheiras de mármore carrara, azulejos, telhões, bicas de ferro fundido, bem como algumas outras peças do gênero que se encontram no parque, possam ser provenientes de antigas construções demolidas para abrir passagem para a abertura da Av. Presidente Vargas, no centro do Rio de Janeiro (década de 1940). Em suas memórias sobre sua administração do parque da Floresta da Tijuca, Castro Maya cita que adquiriu material de valor artístico proveniente de edificações demolidas para a construção daquela avenida, e utilizou algumas peças inclusive na reconstrução da antiga residência do Barão de Escragnolle, atual restaurante "Os Esquilos" (também na Floresta da Tijuca).
terça-feira, 27 de novembro de 2018
Botafogo V
postagem original: 22/07/2018
última atualização: 27/11/2018
autor: Fábio Carvalho
O meu caro amigo e colaborador Mario Baeck, que entre outros títulos e atribuições, é pesquisador com PhD em história da arte, especialização em materiais em imóveis históricos na Ghent University, e editor do periódico da Tiles & Architectural Ceramics Society (TACS) e editor do boletim do Círculo de Azulejos Cerâmicos Europeu (E.C.T.C.), me escreveu contando que os azulejos acima sõa todos alemães, produzidos pela fábrica de azulejos de Boizenburg, e correspondem ao modelo n° 434 A, B e C.
última atualização: 27/11/2018
autor: Fábio Carvalho
O meu caro amigo e colaborador Mario Baeck, que entre outros títulos e atribuições, é pesquisador com PhD em história da arte, especialização em materiais em imóveis históricos na Ghent University, e editor do periódico da Tiles & Architectural Ceramics Society (TACS) e editor do boletim do Círculo de Azulejos Cerâmicos Europeu (E.C.T.C.), me escreveu contando que os azulejos acima sõa todos alemães, produzidos pela fábrica de azulejos de Boizenburg, e correspondem ao modelo n° 434 A, B e C.
São Cristóvão Vb - Hospital dos Lázaros (Hospital Frei Antônio)
postagem original: 12/11/2018
última atualização: 27/11/2018
Anteriormente vimos nesta postagem >> os belos azulejos belgas das áreas externas do Hospital Frei Antônio. Hoje nesta nova postagem, veremos fotos dos azulejos dos espaços internos do hospital, obtidas neste blog >>.
última atualização: 27/11/2018
Anteriormente vimos nesta postagem >> os belos azulejos belgas das áreas externas do Hospital Frei Antônio. Hoje nesta nova postagem, veremos fotos dos azulejos dos espaços internos do hospital, obtidas neste blog >>.
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| http://inventandocomamamae.blogspot.com/ |
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segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Encantado I
postagem original: 26/11/2018
última atualização: 27/11/2018
Nesta postagem vemos um belo silhar em uma casa no bairro do Encantado, que me foram enviadas pelo amigo Diego Dias >>.
última atualização: 27/11/2018
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| imagem: Google Street View |
Nesta postagem vemos um belo silhar em uma casa no bairro do Encantado, que me foram enviadas pelo amigo Diego Dias >>.
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