domingo, 28 de setembro de 2014

Azulejos: peças que se encaixam para contar a história do Rio

A arquiteta Dora Alcântara, de 83 anos, fala da importância dos azulejos, do período colonial ao modernismo

POR LUDMILLA DE LIMA / PAULA AUTRAN / SIMONE CANDIDA / RODRIGO BERTOLUCCI | 28/09/2014 6:00 / ATUALIZADO 28/09/2014 8:34
fonte: O Globo 

Dora Alcântara, 83 anos, com um painel em sua varanda
Gustavo Miranda / Agência O Globo
RIO - Para contar a história da azulejaria no Rio, é preciso montar um verdadeiro quebra-cabeça. Embora diferente de outras capitais, como São Luís e Recife, que dispõem de um conjunto uniforme de edifícios e igrejas azulejados, a cidade ainda guarda um rico patrimônio em azulejos que perpassa variadas épocas, desde o início da colonização. Há mais de 50 anos, a maior responsável por seguir essas pistas em todo o país é a arquiteta Dora Alcântara, de 83 anos, professora aposentada da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ e conselheira do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac).

São Cristóvão IV - Igreja de Nosso Senhor do Bonfim e de Nossa Senhora do Paraíso

Google Street View

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Niterói Ib - Solar do Jambeiro


Eu já havia feito uma postagem sobre o Solar do Jambeiro, mas hoje passei pelo blog Testahy, de José Eduardo Testahy dos Santos Júnior, onde vi várias fotos interessantes, mostrando algumas áreas que a postagem anterior não mostra, e achei que seria bacana trazer aqui para vocês.